sexta-feira, julho 12, 2024

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Vem aí a terceira geração da Tracker

Com linhas mais agressivas, SUV compacto também será No Brasil a partir de 2020. Assim como a nova geração da dupla Onix e Prisma, modelo será construíido sobre a nova plataforma GEM e traz sob o capô moto 1.0 turbo de três cilindros

A Chevrolet apresentou oficialmente a nova geração do Tracker no Salão Internacional do Automóvel de Xangai, na China. O SUV compacto ganhou visual completamente renovado, nos moldes do Chevrolet Orlando 2019, um crossover de dimensões maiores. Por aqui, o Tracker chega em 2020, produzido na fábrica de São Caetano do Sul (SP), em mais uma tentativa de fazê-lo ter algum tipo de protagonismo no segmento dos utilitários-esportivos compactos, onde nunca teve uma boa resposta do mercado.

O veículo mostrado ao público no salão é uma versão esportiva denominada Redline, que traz faróis em LED, teto solar panorâmico e rodas de 17 polegadas. Na dianteira, a grade trapezoidal em preto brilhante contrasta com os faróis delgados. O capô e o para-choque dianteiro estão mais “rasgados”, e dão a impressão de força. A traseira ganhou lanternas horizontais, coladas no vidro. As novas dimensões do veículo são 4,27 metros de comprimento (mais 2 centímetros), 1,79m de largura (mais 2cm), 1,60m de altura (menos 7cm) e 2,57m de distância entre-eixos (mais 2cm).

O interior do novo Tracker ainda não foi revelado, mas alguns flagras mostraram que deve ficar bem semelhante ao do Orlando, que traz uma tela flutuante ao centro. Ainda não há informação oficial, mas o porta-malas, que atualmente é o menor da categoria, deve melhorar também. O SUV será construído sobre a nova plataforma global para mercados emergentes chamada GEM, a mesma que vai equipar a nova geração da dupla Onix e Prisma, que serão lançados ainda em 2019, fabricados em Gravataí (RS).

O Tracker vai usar o mesmo motor 1.0 de três cilindros, com turbo e injeção direta, que vai equipar o Onix e o Prisma. Na China, esse propulsor tem 115cv de potência e apresenta o consumo de 18,1km/l, mas o motor fabricado no Brasil será flex e deve ganhar alguns cavalinhos. O câmbio será automático de seis marchas. O novo trem de força aposenta o atual 1.4 turbo, que tem bom desempenho, mas peca no consumo de combustível. É possível que o modelo também conte com um motor 1.2 turbo, de aproximadamente 150cv, para as versões mais caras.

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