sexta-feira, julho 12, 2024

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De olho em Neymar, Tite vai à Europa para acompanhar os selecionáveis

Brasil terá grupo com Peru, Venezuela e Bolívia na Copa América. Estreia será diante dos bolivianos, no dia 14 de junho, no Morumbi. Argentina enfrentará Colômbia, Paraguai e Catar no Grupo B, enquanto Uruguai pegará Chile, Japão e Equador no C

Presente durante o sorteio dos grupos da Copa América de 2019, que será realizada no Brasil, o técnico da Seleção, Tite, revelou que fará viagens pelo continente europeu durante o final desta semana para acompanhar os jogos das principais equipes do futebol internacional.

“Tenho certeza de que a comissão técnica já está mergulhando (na preparação da Copa América). Eu e Edu viajaremos no fim de semana para acompanhar jogos de PSG, Barcelona, Real Madrid e Liverpool. Para ter conversa com atletas e profissionais, vamos acelerar todo esse processo”, contou o treinador.
O confronto com a Bolívia abre a 46ª edição da Copa América e será disputado no Morumbi, em 14 de junho, marcando a estreia da Seleção Brasileira na competição continental. Depois, no dia 18 do mesmo mês, o time dirigido por Tite enfrenta a Venezuela, na Arena Fonte Nova, em Salvador, e o Peru, na Arena Corinthians, no dia 22, fechando a fase de grupos.

LESÃO
A comissão técnica da seleção brasileira está atenta para a lesão sofrida pelo atacante Neymar e vai aproveitar viagem à Europa no fim de semana para acompanhar a situação de perto e ter mais detalhes sobre a situação do jogador do Paris Saint-Germain, afirmou o técnico Tite.

Neymar se machucou em um jogo do PSG pela Copa da França contra o Strasbourg nesta semana. A lesão foi no mesmo pé direito que ele foi operado no ano passado, antes da Copa do Mundo da Rússia, devido a uma fratura. O jogador brasileiro não conseguiu completar a partida e saiu do estádio direto para um hospital para realizar exames.

Em 2018, Neymar ficou cerca de 3 meses parado devido a uma cirurgia no pé, o que prejudicou sua preparação física para a disputa do Mundial da Rússia. O técnico Tite disse que, por enquanto, tem poucas informações sobre a gravidade da lesão. “Eu e o Edu (Gaspar, coordenador da seleção) estamos indo para Europa para acompanhar jogos do Liverpool, Barcelona, PSG e possivelmente do Real e vamos acompanhar os atletas e poderemos nos integrar melhor”, disse.

“A lesão dele precouapa sim. Ele precisa de três dias para ter um real diagnóstico e ficamos na torcida para estar tudo bem”, afirmou.

CATAR
O presidente eleito da CBF, Rogério Caboclo, afirmou que o futuro do técnico Tite não está condicionado ao desempenho do Brasil na Copa América deste ano e garantiu que o treinador vai permanecer no cargo até a Copa do Catar em 2022. Cabloco, que assume em abril, afirmou em entrevista à Reuters que é preciso dar tranquilidade ao treinador para que ele possa realizar um ciclo completo à frente da seleção brasileira.

Nos bastidores da CBF, especula-se que um fracasso do Brasil na Copa América poderia colocar o treinador sob ameaça. A seleção brasileira fracassou no mundial da Rússia, quando foi eliminada nas quartas de final para Bélgica. “(O futuro do Tite) não depende da Copa América. Não existe essa relação”, disse Caboclo após o sorteio de grupos da Copa América. “O contrato dele foi feito por 4 anos para serem cumpridos os 4 anos. Mesmo que não seja campeão”, adicionou.

O treinador brasileiro tentou tirar o peso da pressão sobre a seleção e afirmou que a obrigação do Brasil será ter um grande desempenho. “Sou obrigado a ter um grande desempenho e tenho obrigação de representar o Brasil, ser digno, correto, competente, mas de resultado não”, avaliou ele.

Ao ser questionado sobre o que poderia ocorrer caso a seleção não conquiste a Copa América em casa, o treinador desconversou. “Deixa o ‘timing’ das coisas acontecer. Guarda essa pergunta e para eu te responder mais lá na frente”, disse Tite.

O presidente da CBF admitiu que o grupo do Brasil é o mais fácil dos três. Isso, teoricamente, aumenta a pressão em cima da seleção e de Tite por um bom desempenho na competição. “O grupo está longe de ser um pesadelo para o Brasil. Temos que jogar bola dentro de campo”, declarou.

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